O mal do Spam: como fazer com que seu e-mail chegue ao jornalista

e-mails e spam

Ei, assessor, sabe quando você envia inúmeras sugestões de pautas para um jornalista, todas super bacanas, mas parece que eles nunca recebem? De fato, existe a possibilidade destes e-mails não estarem chegando a eles. Você está sofrendo do “mal do spam!”.

Como assessores de imprensa, é nosso dever tomar cuidado com algumas situações que possam fazer com que nosso esforço seja em vão. Uma delas é a própria maneira de disparar os conteúdos para o mailing. Hoje em dia, o e-mail é um dos maiores aliados para a comunicação e, se usado de forma correta, seu alcance torna-se ainda mais eficiente.

Para que o conteúdo não acabe indo parar no lixo eletrônico do jornalista ou em sua caixa de spam, algumas dicas, bem simples, podem ser essenciais. Existem, é verdade, ferramentas de disparo de e-mails que já dão dicas de como seguir com uma boa estruturação do conteúdo para que ele não seja alvo do spam. Mas, há também outros caminhos que potencializam estes resultados. Acompanhe:

Endereço eletrônico

O primeiro passo para conseguir uma visibilidade melhor por parte do leitor é utilizar um e-mail que mostre quem você é logo de cara. Evite usar e-mails genéricos (como “atendimento” ou “contato”), já que eles não auxiliam na identificação do assessor de imprensa por parte do jornalista. Além disso, as chances de o destinatário salvar seu nome como contato pessoal podem aumentar, caso ele note que os conteúdos enviados estão sendo úteis para seu dia a dia na redação.

Mailing e mala direta

Fazer download de mailings através de ferramentas que fornecem estes bancos de dados prontos, sem nem olhar quem são os profissionais ali presentes, pode ser uma furada. Selecione os principais jornalistas para dar sequência no envio dos textos e leve em consideração outros pontos, como a última data de atualização do veículo – o portal escolhido pode estar desativado, sem fazer nenhuma publicação há anos, e mesmo assim recebe sugestões de pauta. Em casos como este, os e-mails acabam não sendo úteis e todo o esforço é perdido.

Corpo do e-mail

Por conta da correria nas redações, é interessante trabalhar com o disparo dos textos já colado no corpo do e-mail. Arquivos anexados, ainda que sejam fotos, podem não despertar a curiosidade do jornalista, o que atrapalharia o alcance da sugestão.

Outro ponto a ser evitado é mesclar muitas cores no meio do texto. Destaques em diversas cores atrapalham a leitura, além de ficar esteticamente estranho. Abrir um e-mail e se deparar com inúmeras fotos logo no corpo do texto, um título em azul, uma linha fina em laranja e outros itens, todos coloridos, por exemplo, afastam o leitor e geram poluição visual.

Assunto

Não existe um padrão para o envio dos assuntos, mas caso seja necessário usar frases longas, busque detalhá-las e, quando possível, evite essa prática. Assuntos mais curtos, com poucas palavras e caracteres, fazem com que o e-mail chegue mais frequentemente ao destinatário e não seja identificado pelo provedor como um spam.

Outras práticas importantes

Para uma divulgação de press release ser mais assertiva, vale a pena selecionar alguns veículos, que condizem com o tema do texto e tentar um contato por telefone com eles, ou até mesmo pelo próprio e-mail.

Essa prática é o follow-up, que foi destacado neste outro texto publicado no blog, e aumenta as chances do jornalista ver sua sugestão. Essa dica não é “uma forma do seu e-mail não cair no spam”, mas ajuda no envio da pauta e na receptividade do jornalista com o assunto.

Não deixe de ir percebendo as ações que trazem mais resultados para você. E não deixe de fazer testes, até achar o caminho que mais gera retorno e arrasar na divulgação!

 

Bianca Bispo é assessora de imprensa na IDEIACOMM

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