Linguagens para serem adotadas em tempos de pandemia

Com o surto de coronavírus e as consequências provocadas em vários setores da sociedade, tornou-se necessária uma certa reinvenção comunicacional por parte das empresaspandemia

Infelizmente, não é novidade para todos os impactos causados pelo COVID-19 no cotidiano do brasileiro. Rotinas e métodos de trabalho mudaram drasticamente, exigindo um grau de flexibilidade e conscientização indispensável na luta contra o contágio em massa. Não há discussões sobre os motivos por trás da quarentena temporária e as medidas que buscam diminuir a aglomeração, afinal, ações respaldadas por especialistas e autoridades médicas devem ser respeitadas e levadas ao vocabulário popular. O compromisso de passar por essa crise global é geral, sem exceções.

E de fato, esse período vai passar. Eventualmente, as coisas voltarão ao normal. Exemplos históricos estão aí para servir de aprendizado sobre o melhor caminho a seguir quanto ao enfrentamento do coronavírus. Entre tantas desinformações e incertezas sobre o presente, algumas oportunidades surgem em meio ao caos. A transformação na forma como empresas se comunicam com seus clientes potenciais é uma delas.

Pensando em uma maior elucidação sobre o tema, preparei um texto explorando medidas que facilitem e até aproximem marcas e usuários. Acompanhe!

Se posicionar é fundamental

Não há escapatória: o coronavírus tomou conta dos noticiários e centraliza as atenções do país inteiro. Claro, a urgência e gravidade do quadro justificam tamanha comoção. Agir como se nada estivesse acontecendo, independentemente do impacto da pandemia em sua realidade empresarial, é utilizar de uma indiferença extremamente prejudicial. Na era da internet, para o bem ou para o mal, o silêncio é um fator determinante.

O ponto de partida é sempre teórico, ou seja, tem início no campo das ideias. A posição adotada pela empresa é a visão que o consumidor possui dela. Como se sabe, o ambiente de web é indubitavelmente propício a ataques nocivos à reputação e imagem de profissionais e organizações. Mais do que uma visão fria sob a situação, a certeza de que sua marca defenderá uma causa comum entre a população. É hora de se unir na luta contra o COVID-19.

Humanização é palavra-chave

A noção de linguagem que priorize o fator humano e o coloque no centro das relações tem sido trabalhada nos últimos anos. E o papel dessa vertente da comunicação ganhou novos ares de importância com a pandemia global. Através de plataformas simplificadas e de acesso democrático, ficou muito mais fácil transmitir ou estabelecer a troca de informações com o público-alvo desejado. Métricas também auxiliam na criação de personas.

Tecnologia humanizada. A junção da praticidade tecnológica à humanização como objeto de conteúdo para divulgação e atendimento. Mais do que atribuir valor e se manter em harmonia com o momento que passamos, o compromisso de estabelecer um vínculo com o leitor. A exemplo do Customer Experience, termo relacionado à criação de etapas personalizadas, é necessário fomentar a identificação entre cliente e marca, aproximando as partes de forma natural.

Na internet, por exemplo, usuários são bombardeados diariamente com anúncios e campanhas superficiais, que não despertam o mínimo de atenção necessária para que o engajamento aconteça. O apelo deve se direcionar para os anseios de quem busca soluções. Se é indispensável ter sensibilidade e empatia com o próximo, principalmente no contexto de enfrentamento ao coronavírus, trazer essa noção básica e fundamentalmente humana à comunicação interna e externa da empresa não é só o mais aconselhável, como simboliza o que se espera de grandes lideranças.

E um ponto de atenção que deixo para refletirmos é o cuidado essencial com as Fake News. Em nosso último artigo, falamos um pouco sobre a importância de checar a fonte de cada notícia. Além de nos ajudar a propagar informações concretas, saber identificar uma Fake News mostra que sua empresa está atenta a todos os fatos que acontecem no mundo.

Fabio Oliveira é Produtor de Conteúdo na IDEIACOMM.

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